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Os desejos do nosso coração
domingo, 4 de março de 2012
JESUS C. 'FONTE DE ÁGUA VIVA'
“Põe tuas delícias no Senhor, e os desejos do teu coração ele atenderá.”Sl 36,4
Muitas vezes, quando lemos esse versículo do salmo, pensamos que ao colocarmos no Senhor a nossa alegria e gratidão, Ele vai atender nossos desejos e realizar nossos sonhos e, muitas vezes, Ele faz isso mesmo. Mas, o que esse versículo expressa é muito mais do que apenas isso. Não se trata aqui de nos alegrarmos no Senhor e depois fazer tudo o que queremos, é muito mais bonito e mais profundo do que isso. Se nós colocarmos nossas delícias no Senhor, se fizermos Dele a alegria da nossa vida, então Ele mudará o nosso coração para que os nossos desejos se tornem os Dele. Em outras palavras, Ele colocará seus desejos em nosso coração. Nós precisamos disso na nossa vida, pois os nossos desejos, às vezes, são vãos, são gerados pelo pecado em nós ou são limitados e pequenos.
Os desejos do Senhor para a nossa vida são perfeitos, porque fazem parte do seu plano de amor para nós. Eles são infinitamente superiores e mais bonitos do que tudo o que podemos imaginar, como nos diz a passagem em Isaías 55, 8-9: Pois meus pensamentos não são os vossos, e vosso modo de agir não é o meu, diz o Senhor; mas tanto quanto o céu domina a terra, tanto é superior à vossa a minha conduta e meus pensamentos ultrapassam os vossos.
Li, certa vez, um testemunho bonito de David Mangan sobre esse versículo bíblico. Ele é um dos que estavam em Duquesne naquele fim de semana do início da Renovação Carismática e até hoje ele continua cheio do Espírito, frequentando Grupo de Oração, pregando a Palavra de Deus e dando bom testemunho. David disse que esse versículo significa muito para sua vida pois enquanto ele se deliciava com o Senhor, buscando fazer sua vontade, se apaixonou por aquela que hoje é sua esposa. Então, conforme sua compreensão, o desejo, o amor que começou a sentir por ela foi colocado no seu coração pelo Senhor. Por isso, ele mandou gravar esse versículo nas suas alianças, para nunca se esquecer de quem sua esposa é para ele: desejo de Deus colocado no seu coração.
Que possa ser assim também conosco. Coloquemos todo o nosso amor, o nosso louvor, a nossa confiança no Senhor, passando todos os dias um tempo em oração com Ele, deliciando-nos na sua presença e deixemos que Ele vá colocando os seus desejos no nosso coração e teremos assim a nossa vida grandemente abençoada.
Maria Beatriz Spier Vargas
Secretária-geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
Marcadores: Moções Proféticas
Apascenta as minhas ovelhas!
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Diego Tales
Lucimar Maziero
Coordenadora Nacional do Ministério de Formação/Grupo de Oração Javé Chammá
Coordenadora Nacional do Ministério de Formação/Grupo de Oração Javé Chammá
Em 2011, motivada pela moção de “lançar as redes”, a Renovação Carismática Católica buscou viver de forma ainda mais intensa o chamado missionário, envolvendo os Grupos de Oração e expressões carismáticas. Tal temática trouxe-nos um impulso renovado que nos levou a irmos em busca dos filhos de Deus, levando a Boa Notícia: Jesus Cristo está vivo, Ele é o Senhor, nos ama, salva e ainda hoje realiza milagres e prodígios! Esse anúncio de salvação tem feito com que milhares de pessoas, espalhadas pelo nosso país, experimentem o amor incondicional de Deus.
Nesse sentido é importante destacar o papel dos Congressos Estaduais que motivaram a RCC do Brasil inteiro a caminhar guiada sob esse direcionamento. Vivemos uma grande convocação de norte a sul; de leste a oeste. Milhares de pessoas sendo chamadas a lançar as redes. Anunciar.Nas reuniões às sextas-feiras (antes de os eventos terem início), nossos líderes foram convocados a reafirmar o compromisso com a missão que o Senhor deu à RCC de evangelizar a partir do Batismo no Espírito Santo.
Esses encontros com os coordenadores diocesanos e seus respectivos núcleos foram marcados por momentos de oração, vivência fraterna, formações e partilha das Moções Proféticas para este tempo. Isso possibilitou uma atualização dos direcionamentos do Senhor e reforçou a unidade do Movimento, levando os participantes a avaliarem a visão organizacional e profética da RCC.
Esses encontros com os coordenadores diocesanos e seus respectivos núcleos foram marcados por momentos de oração, vivência fraterna, formações e partilha das Moções Proféticas para este tempo. Isso possibilitou uma atualização dos direcionamentos do Senhor e reforçou a unidade do Movimento, levando os participantes a avaliarem a visão organizacional e profética da RCC.
Todo esse mover de Deus proporcionou o fortalecimento da nossa identidade carismática, ampliou nossa visão. Podemos dizer que os encontros estaduais nos levaram a enxergarmos mais os sinais do Espírito na história do Movimento e, com isso, entendermos melhor quem somos e qual é o chamado de Deus para nós.
Ainda dentro desse contexto, os eventos foram momentos de “consertarmos as redes” (cf Lc 5,2), como nos fala o texto bíblico que impulsionou nossos trabalhos durante este ano. Coordenadores foram convidados a refletir sobre sua liderança e todos os carismáticos foram incentivados a terem uma postura perseverante, lançando as redes da evangelização, do serviço, da doação sempre que for necessário.
Podemos dizer, diante de tudo isso, que em 2011 nos tornamos mais fortes, mais unidos, mais missionários.
O operar de Deus tem promovido uma reconstrução em nosso meio. Um povo novo está se levantando. E, dessa forma, estamos percebendo que Deus está nos concedendo a graça de enchermos a nossa barca de peixes. Ou seja, chegarmos ao coração de mais e mais irmãos que ainda não conheciam Jesus e que, a partir das nossas atividades missionárias, fizeram uma experiência do Amor de Deus.
Hora de pastorear
Sim, meu irmão, minha irmã, já é possível ver os frutos da caminhada deste ano. Com a graça de Deus, muitas pessoas foram tocadas durante as missões desenvolvidas pelo nosso Movimento e têm procurado os Grupos de Oração, retomado os sacramentos e a vivência nas paróquias.
Tudo isso já é maravilhoso, mas certamente o Senhor tem muito mais para realizar em suas vidas. Diante dessa realidade, estamos entrando em uma nova fase na evangelização: a de refletir sobre como estamos tratando o rebanho do Senhor. Isso mesmo! Somos chamados a viver o mandato “Apascenta as minhas ovelhas” (Jo 21,15) e é por isso que esse será o tema que direcionará os trabalhos da RCC em 2012. Será um ano para cuidarmos das pessoas que estão assumindo seus postos, voltando para as pastagens do Senhor.
Quando falamos em apascentar, zelar, cuidar, estamos nos referindo ao pastoreio. O exemplo mais comum que nos vem à memória é o do pastor que cuida das ovelhas, assim como conhecemos pelo salmo 22, 1-3: “O Senhor é meu pastor e nada me faltará. Em verdes prados ele me faz repousar. Conduz-me junto às águas refrescantes, restaura as forças de minha alma. Pelos caminhos retos ele me leva, por amor do seu nome”.
Refletindo sobre essa passagem, podemos perceber que pastorear o povo de Deus é cuidar para que ele chegue até as boas pastagens. Nós, que estamos envolvidos com trabalhos de liderança, somos impulsionados pelo Espírito Santo a tomar a responsabilidade de apascentar e vigiar as pessoas do nosso Grupo de Oração e do nosso ministério. Dessa forma, levar o povo às boas pastagens é dar alimento a ele. Significa que precisamos cuidar do que estamos oferecendo aos nossos irmãos. Qual a qualidade da formação e da oração que estamos ofertando? Eles estão sendo acolhidos em um ambiente de amor fraterno e diálogo? Perguntas como essas devem ser feitas periodicamente para que a nossa evangelização seja autêntica.
Pastorear também significa proteger as ovelhas dos falsos pastores, dos lobos que chegam disfarçados com o intuito de roubar a vida do rebanho. Roubar vida, no sentido de usurpar a vida nova, a vida no Espírito.
Uma trajetória de amor
Vivemos um tempo de portas abertas no nosso Movimento. Penso que se pararmos um pouco para pensar, podemos observar as graças do Senhor no nosso meio: temos trabalhado para que nossas vidas sejam coordenadas pelo Senhor Jesus, para sermos um povo unido pela Palavra de Deus, que anuncia a Boa Notícia e semeia a Cultura de Pentecostes. Mas para que isso se consolide em todo nosso território nacional, os que exercem posição de pastores precisam trilhar a “trajetória do amor”.
À medida que novos irmãos vão entrando em nossos Grupos é muito importante que busquemos conhecê-los. Precisamos construir uma atmosfera de acolhimento, respeito e amor fraterno na qual as pessoas se sintam à vontade para abrirem-se umas às outras. Como nos ensina a Palavra, o pastor precisa conhecer as ovelhas do seu redil para cuidar delas. Já as ovelhas, precisam reconhecer a voz do pastor para poder segui-la.
Vivemos um tempo de portas abertas no nosso Movimento. Penso que se pararmos um pouco para pensar, podemos observar as graças do Senhor no nosso meio: temos trabalhado para que nossas vidas sejam coordenadas pelo Senhor Jesus, para sermos um povo unido pela Palavra de Deus, que anuncia a Boa Notícia e semeia a Cultura de Pentecostes. Mas para que isso se consolide em todo nosso território nacional, os que exercem posição de pastores precisam trilhar a “trajetória do amor”.
À medida que novos irmãos vão entrando em nossos Grupos é muito importante que busquemos conhecê-los. Precisamos construir uma atmosfera de acolhimento, respeito e amor fraterno na qual as pessoas se sintam à vontade para abrirem-se umas às outras. Como nos ensina a Palavra, o pastor precisa conhecer as ovelhas do seu redil para cuidar delas. Já as ovelhas, precisam reconhecer a voz do pastor para poder segui-la.
Nessa dinâmica, são os líderes que iniciam a busca, pois os que estão perdidos não conseguem se encontrar. Para tanto, a metodologia de trabalho deve contemplar organização e amor-doação. Com um planejamento, aqueles que são pastores traçam orientações para a sua ação, definem o que deve ser feito e aonde se quer chegar. Entretanto, só estratégia não é suficiente. Para evangelizar e pastorear é preciso agir com amor. Somente assim é possível atingir os mais diferentes tipos de públicos e conhecer as peculiaridades de cada ovelha.
Depois de toda busca é necessário saber para onde conduzimos esse rebanho. E o primeiro papel do pastor é alimentá-lo com aquilo que é necessário para o seu crescimento espiritual e humano. Assim, a oração e a formação irão fortalecer as ovelhas e devem provocar nelas o desejo pela santidade.
O exemplo de Pedro
A atitude dos pastores é de extrema importância no mandato “apascenta minhas ovelhas”. O exemplo de Pedro nos ajuda no exercício do pastoreio. Os pastores devem orar pelas necessidades de seu rebanho e dar a eles aquilo que recebem do mestre. Foi o que Pedro fez. A Bíblia nos narra que ao encontrar um coxo na porta do templo, Pedro exclamou: “ouro e prata não tenho, mas o que tenho te dou, em nome de Jesus levanta-te e anda.” (cf. Atos 3,6).
Acima de todas as coisas, o que recebemos de Deus é o amor. Por isso, cuidar, zelar e apascentar exige amor. E dentro do nosso cotidiano, precisamos buscar formas simples de demonstrá-lo para quem está a nossa volta.
Pequenos atos como telefonar para aqueles membros do Grupo de Oração que estão faltando às reuniões, visitar a casa de quem tem algum familiar doente, dar atenção a todos sem distinção, organizar momentos de convivências fraternas entre os membros do Grupo são de extrema importância. Esses pequenos gestos podem nos garantir grandes resultados.
Essa é uma primeira reflexão a respeito desta temática. Durante todo o ano de 2012, iremos falar mais sobre isso, partilhar experiências, e também refletir sobre o papel de cada um que viveu a experiência do Batismo no Espírito Santo tem nesse mandato; Afinal todos nós somos chamados a amar, a cuidar, a zelar, proteger alguém. Somos responsáveis uns pelos outros. Ninguém esta isento dessa missão.
É importante que nos autoavaliemos e a partir daí busquemos meios de melhorar o serviço que prestamos ao nosso Senhor por meio de suas amadas ovelhas.
Marcadores: Formação Humana, Moções Proféticas
Honrar aos outros com a nossa escuta
domingo, 22 de janeiro de 2012
JESUS C. 'FONTE DE ÁGUA VIVA'
“Nada façais por espírito de partido ou vanglória, mas que a humildade vos ensine a considerar os outros superiores a vós mesmos.” Fl 2,3
HONRAR AOS OUTROS COM A NOSSA ESCUTA
Gostaria de partilhar com vocês algo que aprendi em oração, numa ocasião em que pedi ao Senhor para ser uma pessoa menos impulsiva ao falar, pois sempre me apressava a dar a minha opinião sobre tudo.
Aprendi a dar à minha escuta um novo sentido, “emprestando”, por assim dizer, meus ouvidos ao Senhor para se tornarem ouvidos de discípulo, esforçando-me para escutar mais, ser mais atenta, não me apressando em falar, fazendo do ato de ouvir um ato sagrado. Passei a exercitar a cautela, a prudência, não me apressando a dar a minha opinião sobre tudo.
Percebi que saiu um grande peso de minhas costas quando passei a dar menos importância ao fato de os outros saberem ou não o que penso sobre tudo. Passei a fazer uma espécie de silêncio em oração, orando no meu coração ao Senhor enquanto ouvia os outros falarem. Surpreendi-me de como o meu entendimento ficou apurado, refinado através da escuta dos outros, percebia melhor as nuances das verdadeiras intenções dos outros ao falarem e, sobretudo, uma maior clareza do certo e do errado. Na minha impulsividade eu era também rápida em aderir à opinião dos outros, mas passei a submeter minha opinião ao Senhorio de Jesus.
Ao consagrar ao Senhor meus ouvidos e o meu julgamento das coisas, eu sentia como se o meu silêncio fosse uma espécie de espera na presença de Deus, até que Ele se manifestasse, dando-me clareza sobre o que falar e quando falar. Sentia que Deus agia enquanto eu orava em silêncio, iluminando meu entendimento.
Outra coisa, ainda, foi que passei a ter uma atitude mais humilde, não mais supervalorizando a minha opinião e passando a considerar que os outros também poderiam ter algo importante para dizer e que talvez o que eles tivessem a dizer se aproximasse mais da verdade do que eu poderia supor. Passei a honrar os outros no meu coração e nos meus pensamentos e isso melhorou muito o meu relacionamento com as pessoas.
Senti a moção de partilhar isso com vocês porque provavelmente eu própria esteja precisando colocar essa prática do silêncio orante de volta na minha vida.
Que o Senhor nos ajude e continue a nos ensinar para que possamos ser cada vez mais mansos e humildes e termos assim o nosso coração em paz. RCC Nacional
Marcadores: Moções Proféticas
Grupo de Oração, Tesouro de Deus
sábado, 7 de janeiro de 2012
Diego Tales
Por que temos tanta certeza de que os nossos Grupos de Oração são tão valiosos? O que nos fez chegar a essa conclusão? O próprio Senhor! E é Ele que pede que não nos afastemos de “Seu Coração”, ou seja, de nosso Grupo.
Temos usado a expressão “Grupo de Oração, Tesouro de Deus” e, provavelmente, muitos pensam que este termo partiu de nós. A verdade, porém, é que foi um termo inspirado por Deus. Estávamos, a então constituída equipe da Comissão de Formação, reunidos na casa de Marta e Maria, no Rio de Janeiro, para pensar e discernir a formação de coordenadores. Já tínhamos a primeira parte pronta, aquela que fala da Renovação como uma graça para a Igreja, mas precisávamos dar continuidade. Durante um momento de oração e escuta diante do Santíssimo, o Senhor começou a nos falar em profecias e visualizações sobre a sua obra de amor no meio de nós através dos nossos Grupos de Oração e apareceu, como palavra inspirada, confirmada por visualização, a expressão “Grupo de Oração, Tesouro de Deus”.
Podemos dizer que a raiz da Renovação está no Grupo de Oração. Aqueles professores da Universidade de Duquesne, nos Estados Unidos, que começaram a ler o livro dos Atos dos Apóstolos e desejaram a experiência dos primeiros cristãos, ficaram sabendo que um grupo de pessoas se reunia para rezar na casa de uma senhora chamada Flo Dodge. Ouviram dizer que lá o Espírito Santo se manifestava com sinais e prodígios como nos primeiros tempos da Igreja cristã. Foram conferir e receberam o batismo no Espírito Santo. Esses mesmos professores organizaram, em fevereiro de 1967, o retiro de final de semana em Duquesne, onde o Espírito Santo se derramou com poder, como em Pentecostes, sobre os participantes que estavam reunidos na capela, no andar superior da casa. Foi aí que começou a Renovação Carismática Católica. Quando saíram de lá, cheios do Espírito, eles sentiram necessidade de estarem juntos para louvar ao Senhor, ler a Palavra, partilhar suas novas e maravilhosas experiências. Passaram a se reunir semanalmente e logo as reuniões de oração multiplicaram-se, alastraram-se como fogo por outras universidades e, dentro de pouco tempo, no mundo todo.
O Grupo de Oração nos descortina a beleza das pessoas que são acolhidas por Deus, a beleza da misericórdia de Deus que se derrama sobre todos os que acreditam e se convertem. O que nos faz chegar à grandeza da misericórdia de Deus é reconhecer “Jesus Cristo é o Senhor”. O Grupo de Oração é o lugar de encontro com Jesus. O nome de Jesus abre portas. A Renovação Carismática Católica, através dos seus Grupos, é uma porta aberta da Igreja, é a porta do acolhimento. No Encontro Nacional de Formação para Coordenadores e Ministérios (ENF) de 2007, ocasião dos 40 anos da Renovação, recebemos uma palavra que nos fala exatamente isso: “Eis o que diz o Santo e o Verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi – que abre e ninguém pode fechar; que fecha e ninguém pode abrir. Conheço as tuas obras: eu pus diante de ti uma porta aberta, que ninguém pode fechar; porque, apesar de tua fraqueza, guardaste a minha palavra e não renegaste o meu nome” (Ap 3,7-8).
A interpretação da palavra foi a de que os Grupos de Oração são esta porta permanentemente aberta e que nós, os participantes e servos dos Grupos, somos colunas de Deus para sustentar os fracos e abatidos. No Grupo de Oração o Senhor nos fortalece, nos restaura e nos torna imbatíveis na luta contra o mal para que possamos ser verdadeiramente esse sustentáculo para os outros.
A interpretação da palavra foi a de que os Grupos de Oração são esta porta permanentemente aberta e que nós, os participantes e servos dos Grupos, somos colunas de Deus para sustentar os fracos e abatidos. No Grupo de Oração o Senhor nos fortalece, nos restaura e nos torna imbatíveis na luta contra o mal para que possamos ser verdadeiramente esse sustentáculo para os outros.
Em julho do mesmo ano, depois de um momento de intercessão pelos grupos, Deus nos falou em profecia confirmando a palavra que nos havia sido dada anteriormente: “Escutai povo meu, escutai meus filhos e filhas, se vocês se deixassem conduzir pela sabedoria do meu Espírito jamais se afastariam de seus Grupos de Oração. Pois Eu quero vos revelar, com toda a minha autoridade, com toda a minha misericórdia, que o Grupo de Oração, o qual muitos de vocês têm abandonado ou desvalorizado, é nada mais que o meu coração e é no meu coração que cada um de vocês está gravado eternamente. Por isso, Eu mesmo, o Senhor, vos declaro e vos peço: retornem depressa ao meu coração, as portas se abrem. Entrem, entrem e sejam profetas no meu coração. O meu coração se abre para vocês, e o meu coração é cada Grupo de Oração espalhado nesta nação.”
Naquele mesmo Congresso, durante um momento de oração, recebemos a seguinte visualização: havia um mapa do Brasil todo preto, mas durante a oração luzes foram se acendendo como velas. De repente, clarearam o mapa inteiro e transformaram as trevas em luz. A interpretação veio logo em seguida: essas luzes acesas são os Grupos de Oração que se multiplicavam de norte a sul para iluminar o Brasil, levar o evangelho ao nosso povo e incendiar a nossa nação com o fogo de Pentecostes.
Se analisarmos a nossa própria história, veremos que um dia alguém nos convidou para um Grupo de Oração e lá o nosso cansaço, a nossa acomodação, a nossa desilusão transformaram-se em esperança, fé expectante, alegria interior. Nossa vida foi tocada pela bondade, pelo amor, pela misericórdia de Deus. Nós tivemos um encontro pessoal com Jesus Cristo. Depois desse dia, a nossa vida nunca mais foi a mesma, porque, ao encontrar Jesus “o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado”( cfRm 5, 5).
Que o sentimento de nossa alma seja o mesmo dos primeiros apóstolos: “Não podemos deixar de falar das coisa que vimos e ouvimos” (At 4,20). Que o nosso desejo seja trazer homens, mulheres, jovens e crianças para os nossos Grupos de Oração a fim de que eles sejam batizados no Espírito Santo como nós fomos e possam fazer parte dessa imensa fileira de pessoas que desejam implantar a Cultura de Pentecostes na cultura da morte que predomina no nosso mundo.
Outro termo que temos usado é ”Grupo de Oração, Estratégia de Deus”, estratégia para atrair-nos ao seu coração misericordioso no qual nós somos curados, restaurados e então transformados em discípulos e missionários seus para testemunhar ao mundo que sofre.
No ENF do ano de 2011, foi lançado um desafio aos Grupos de Oração do Brasil: que os Grupos de Oração se tornem missionários, que saiam para as praças e visitem as casas falando do amor de Deus, da salvação em Jesus Cristo e da santificação no Espírito Santo, a fim de que todos se conscientizem da sua dignidade de filhos e filhas de Deus, e passem a viver à altura de sua condição. Este apelo encontra eco numa outra profecia sobre Grupo de Oração que vem com promessas de grande poder do Espírito para todos nós: “Eu derramo sobre vós uma nova unção do meu Espírito. Eu vos liberto do desânimo, da frieza espiritual e lhes dou uma nova unção do meu Espírito. Eu faço arder em vossos corações o espírito missionário. Eu renovo a alegria e o amor em vossos Grupos de Oração e vos chamo para um tempo novo. Portas de missão se abrirão para vós, desde que sejais dóceis ao meu Espírito. Eu inauguro no meio de vós, a partir deste momento, um tempo novo, um tempo de bênçãos, um tempo de graça, onde o meu Espírito se moverá com poder para renovar a face da terra.”
Assim seja!
Maria Beatriz Spier Vargas
Secretária-Geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
Secretária-Geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
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Diante do mal está o bem
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Diego Tales
Este versículo do livro do Eclesiástico como todas as outras passagens da Bíblia, nos faz pensar e nos pede um posicionamento perante a vida.
Diante do mal está o bem. Muitas vezes, nos deparamos com o mal na nossa vida, por exemplo, quando alguém propositalmente, para proveito próprio, usando de meios iníquos nos prejudica ou a alguém que nós amamos, ou fala mal de nós, ou nos humilha. Qual seria o bem que está diante desse mal? A NOSSA ATITUDE. Se a nossa atitude for de perdão, se não ficarmos falando mal dessa pessoa aos outros, mas se calarmos em oração, isto é, silenciarmos e pedirmos a misericórdia de Deus para essa pessoa que agiu mal, estaremos colocando o bem diante do mal. E daí, o bem que vem de Deus alcançará a nossa vida. Será o Bem aliando-se ao bem. O Bem com letra maiúscula é aquele que vem de Deus e o bem que reflete esse Bem Maior que vem de Deus é o bem que nós praticamos em resposta ao mal com que nos deparamos.
São Paulo nos exorta em sua carta aos Romanos: “Não te deixes vencer pelo mal, mas triunfa do mal com o bem.” (Rm 12, 21)
Portanto, se quisermos o amor e a misericórdia de Deus se derramando sobre nossa vida, não paguemos o mal com o mal. Quem age mal se alia ao mal e cedo ou tarde pagará um preço por isso.
São Pedro nos recorda: “Aqueles que sofrem segundo a vontade de Deus encomendam as suas almas ao Criador fiel, praticando o bem.” (1Pe 4, 19).
Se você quiser ler as profecias que recebemos do Senhor a respeito de pagar o mal com o bem, procure as moções que apareceram no Portal em maio de 2010.
Maria Beatriz Spier Vargas
Secretária geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
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Preocupações exageradas
sábado, 3 de dezembro de 2011
Diego Tales
Quando Jesus nos deixou esse conselho tão sábio de não nos preocuparmos antecipadamente com o futuro, Ele não estava querendo dizer que não devemos nos preparar para o dia de amanhã e fazermos planos para o futuro, mas nos aconselhava a não ficarmos ansiosos e preocupados. O fardo de amanhã, acrescentado ao fardo de ontem e carregado hoje, faz com que desperdicemos energia, fiquemos nervosos e ansiosos e nos impedirá de ver a beleza e as oportunidades que o dia de hoje nos reserva.
Outro dia estava lendo um livro e deparei-me com umas palavras de Thomas Carlyle, um escritor e historiador escocês: “O nosso principal objetivo não é ver o que se encontra vagamente à distância, mas fazer o que se acha claramente ao nosso alcance.”
O melhor meio de nos prepararmos para o futuro é nos concentrarmos com todo o nosso entusiasmo, com toda nossa inteligência, com todo nosso empenho no trabalho, ou nas atividades que estivermos realizando hoje, para que sejam o melhor possível.
Lembremos sempre que tudo o que fazemos nós o fazemos sob o olhar de Deus, então procuremos fazer tudo com amor, com zelo, guardando a fé no coração, considerando cada dia de nossa vida como um presente de Deus. Deveríamos começar o dia com a oração do Pai Nosso, onde nós pedimos ao Pai só o pão de cada dia, a sua bênção, a sua proteção, a sua providência para o dia de hoje.
Lembro também de um cântico que diz: “Um dia de cada vez”, onde se pede ao Senhor para nos ajudar a viver bem esse dia, viver com o coração agradecido, vivê-lo com a sua bênção e contando com a sua força.
Lembro ainda das palavras de um outro escritor e pensador, Robert Louis Stevenson: “Todos podem carregar o seu fardo, por mais pesado que seja, até o cair da noite. Todos podem realizar o seu trabalho, por mais árduo que seja, durante um dia.Qualquer um pode viver, doce, paciente e amorosa e puramente até o pôr-do-sol. E isso é tudo o que a vida realmente significa.”
Cada dia constitui uma vida nova para aqueles que andam com o Senhor, pois a cada dia a sua misericórdia, o seu amor e a sua providência se renovam. Digamos como o salmista: “Este é o dia que o Senhor fez: seja para nós dia de alegria e de felicidade. Senhor, dai-nos a salvação; dai-nos a prosperidade, ó Senhor! “ Sal 117, 24-25. Que as palavras desse salmo e, principalmente, as palavras de Jesus nos motivem a viver cada dia de nossa vida como sendo um dia muito especial, um dia propício para celebrarmos a nossa fé em tudo que fizermos, em tudo que dissermos, em tudo o que nos acontecer.
Rcc Brasil
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Glorificar a Deus com os nossos pensamentos
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Diego Tales
“Não são carnais as armas com que lutamos. São poderosas em Deus, capazes de arrasar fortificações. Nós aniquilamos todo raciocínio e todo orgulho que se levanta contra o conhecimento de Deus, e cativamos todo pensamento e o reduzimos à obediência à Cristo” (2Cor 10, 4-5).
Muitas vezes falamos de glorificar a Deus com nossas atitudes, dando testemunho de nossa adesão à Cristo através de atos de amor, perdão e misericórdia, e de glorificá-lo com as palavras de nossos lábios, através de palavras de louvor e não de murmuração. Mas temos glorificado a Deus em nossos pensamentos?
Gostaria de atualizar para nós uma profecia em tom de exortação que nos foi dada no ano de 2007: “Vigia os teus pensamentos, mantém-nos dobrados ao meu Senhorio, humildemente submete-os a mim e não permitas que entre neles a divisão, a desconfiança, o julgamento, a intriga, a suspeita. Toda essa divisão não vem de mim. Os meus pensamentos são de paz, tudo aquilo que te roubar a paz, submete-o a mim e Eu agirei nessa situação específica sobre a qual pensastes. Paz, paz dentro de ti e ao teu redor. Não julga, não critica, não te arvores em juiz. Eu sou o Senhor”.
A confirmação nos veio através da Palavra: “Além disso, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos” (Fl 4,8-9).
Fica, portanto, a exortação do Senhor para nós, a de vigiar sobre nossos pensamentos, não julgando, não abrigando pensamentos de medo e de derrota, não tendo uma visão ruim das coisas e das pessoas, mas pedindo ao Espírito Santo para vir iluminar nossos pensamentos com o seu amor, com a sua luz, e pedindo a Jesus para lavar nossos pensamentos no seu sangue redentor para que nenhuma sugestão do maligno possa se insinuar dentro de nós. Assim, poderemos glorificar a Deus com nossos pensamentos.
Fica também como moção para nós fazermos o jejum do pensamento que não glorifica a Deus, a abstinência do pensamento mau e do julgamento, a moção de vigiarmos atentamente sobre nossos pensamentos. Não precisamos nos preocupar em julgar aos outros, pois Jesus Cristo, o Justo Juiz, porá tudo às claras. A nossa preocupação deve ser sempre a de agradar a Deus e de fazer sua vontade, a de não fazermos as coisas que criticamos no comportamento dos outros. Se estivermos ocupados lutando por nossa santidade, não teremos tempo nem disposição para nos ocupar com pensamentos ruins.
“Por isso, não julgueis antes do tempo; esperai que venha o Senhor. Ele porá às claras o que se acha escondido nas trevas. Ele manifestará as intenções dos corações. Então cada um receberá de Deus o louvor que merece” (1Cor 4, 5).
Ainda outro direcionamento que podemos tirar é o de fazermos de 2Cor 10, 4-5 a nossa oração diária para fortalecer-nos na abstinência do pensamento que não glorifica a Deus. Lembremos: as armas com que lutamos não são carnais, são espirituais, por nisso precisamos do auxílio de Deus. Tudo na nossa vida depende da graça de Deus. Que sua graça ilumine nossos pensamentos!
Secretária geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
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O louvor na luta contra o mal
sábado, 24 de setembro de 2011
Diego Tales
“Temei a Deus e dai-lhe glória, porque é chegada a hora do seu julgamento. Adorai aquele que fez o céu e a terra, o mar e as fontes” (Ap 14,7).
O livro do Apocalipse, no capítulo 14, nos fala da luta contra as forças do mal, luta essa que deve ser sustentada pelos eleitos do Cordeiro. Recentemente, recebemos como direcionamento por parte do Senhor os capítulos 13 e 14 do livro do Apocalipse. O capítulo 13 fala da ação do mal no mundo, por exemplo, diz que à Fera, ao Dragão foi dada a faculdade de proferir arrogâncias e blasfêmias contra Deus, para blasfemar o nome de Deus, o seu tabernáculo e os habitantes do céu; e foi-lhe dado também, fazer guerra aos santos e vencê-los. Porém, no mesmo capítulo, a Palavra nos diz: “Esta é a ocasião para a constância e a confiança dos santos”.
A seguir, no capítulo 14, recebemos a orientação de como neutralizar a arrogância e a blasfêmia do Acusador: declarando a vitória do Cordeiro sobre o mal.
Os eleitos do Cordeiro são convidados a unir as suas vozes à voz do coro celeste que canta um cântico novo diante do Trono. Esse cântico novo, o louvor daqueles que são constantes, fiéis e pacientes não pode ser acorrentado, ele tem poder libertador porque declara a verdade: Jesus é Senhor!
Através dessas passagens, somos convocados a retomar o louvor como estilo de vida, o louvor que declara a quem pertencemos e de quem é a vitória na nossa vida.
Retomo uma profecia que já partilhei anteriormente e que recebemos durante um momento de adoração em reunião do Conselho Nacional:
“Convido que passem todos os dias um tempo diante de mim reconhecendo que Eu sou o Senhor, vosso Deus Todo Poderoso, Invencível. Passem um tempo diante de mim reconhecendo a minha vitória, a minha soberania. Esqueçam-se de suas dificuldades e preocupações, de seus problemas e me adorem na minha realeza, na minha onipotência, na minha força poderosa, no meu amor grandioso, ilimitado.”
Que o Espírito Santo nos capacite a dar uma resposta a esse convite ao louvor, resposta essa que vai trazer a vitória de Deus para as nossas vidas e as vidas de todos os que amamos.
Maria Beatriz Spier Vargas
Secretária geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
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A nossa realidade é Deus
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Diego Tales
Caríssimos, não vos perturbeis no fogo da provação, como se vos acontecesse alguma coisa extraordinária. Pelo contrário, alegrai-vos em ser participantes dos sofrimentos de Cristo, para que vos possais alegrar e exultar no dia em que for manifestada sua glória. Que ninguém de vós sofra como homicida , ou ladrão, ou difamador, ou cobiçador do alheio. Se, porém, padecer como cristão, não se envergonhe; pelo contrário, glorifique a Deus por ter este nome. Assim, aqueles que sofrem segundo a vontade de Deus encomendem as suas almas ao Criador fiel, praticando o bem.” (I Pe 4, 12-13.15-16.19)
Deus Pai nos escolheu em Jesus Cristo antes da criação do mundo e nos selou com o Espírito Santo para podermos viver como filhos seus e fazer resplandecer a sua graça que nos foi concedida por Ele no Bem-Amado.(cf Ef 1). Portanto, a nossa vida é Ele, a nossa realidade é Ele. Não são as circunstâncias da nossa vida, não são a nossa família, ou a nossa profissão, ou as coisas que temos que determinam quem nós somos. Independentemente do que está à nossa volta, do que os outros nos dizem ou das coisas que nos acontecem, nós somos filhos e filhas de Deus, escolhidos pelo Pai, resgatados pelo sangue de Jesus e capacitados pelo Espírito Santo para vivermos a nossa vida dando testemunho de que somos filhos.
Tudo na nossa vida vai passar, a não ser pelo amor que recebemos e o amor que damos o resto é tudo passageiro. Só o amor não passa porque o amor vem de Deus e nós somos dele. Tudo na nossa vida pode mudar, só Deus não muda, Ele é estável, seu amor é sempre igual. Podemos perder tudo, mas não a Ele, Ele é para sempre, Ele é o nosso bem, a nossa riqueza, a nossa única certeza. Diante das dificuldades, dores, sofrimentos e perdas que invariavelmente um dia batem à nossa porta, é bom lembrar: a nossa realidade é Deus, não o que nos acontece.
Diante do sofrimento eminente Jesus disse: “Pai, se for possível afasta de mim este cálice”. Mas, logo em seguida falou: “Contudo não se faça a minha vontade e sim a tua.” Aceitando o que lhe vinha do pai Ele carregou seu calvário até o fim, até poder dizer “Tudo está consumado”. Recentemente, uma pessoa conhecida perdeu o filho jovem em circunstâncias trágicas e ela disse que lembrar de como Jesus aceitou o sofrimento a estava ajudando a carregar o seu. Dizia ainda ter aprendido que é preciso olhar para além do sofrimento e fixar os olhos em Deus. Alguém lhe falou de uma cruz feita com um buraco no meio, para nos lembrar de olhar para além da cruz, como Jesus fez, olhar para o amor de Deus, e não mergulhar no desespero e na dor da perda. Olhar para além da cruz é confiar no amor do Pai e na sua misericórdia, é confiar na sua promessa de que o Espírito Santo estaria eternamente conosco para nos consolar e nos ajudar a bem viver a nossa vida. Quem sofre em Deus, como cristão, fazendo o bem, sempre é consolado. Quem sofre fixando-se na dor e não no amor, conhece o desespero.
Que o Deus da paz conceda a sua paz, que é dinâmica, que realiza coisas nas nossas vidas, a sua paz que tem o poder de curar, para todos o que sofrem, os que estão doentes, os que perderam entes queridos e lhes dê também a capacidade de entender que o seu sofrimento não é vergonha, não é opróbrio, e sim uma oportunidade de testemunhar que são filhos, filhas de Deus.
Maria Beatriz Spier Vargas
Secretária-geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
Secretária-geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
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Herdeiros da Vitória de Jesus
Diego Tales
“Então o que está assentado no trono disse: “Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.” Novamente me disse: “Está pronto! Eu sou o Alfa e o Ômega, o Começo e o Fim. A quem tem sede darei gratuitamente de beber da fonte da água viva. O vencedor herdará tudo isso; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho” (Ap 21, 5-7)
Padre Rufus [responsável mundial pelo Ministério de Cura e Libertação do ICCRS] testemunhou sobre a libertação instantânea de uma pessoa cuja vida estava destruída pelo alcoolismo. Ele conta que tudo o que fez foi colocar essa pessoa diante de um crucifixo e proclamar a ela a salvação que Jesus nos conquistou na cruz. Então Jesus vivo, real, presente ali, libertou-a do vício e do pecado, porque o Inimigo não pode resistir à tamanha prova de amor: a entrega total de Jesus na cruz e a vitória que Ele nos conquistou. Você também pode se apossar dessa vitória de Jesus na cruz porque você é herdeiro das promessas do Pai Nele, você é vitorioso com Ele.
Quando você está tendo dificuldade de aceitar alguma situação de sua vida, lembre-se que pela agonia no Getsêmani, reconhecendo a fraqueza humana, Jesus venceu toda independência que o homem insiste em ter de Deus. Por sua obediência ao Pai, Jesus venceu toda desobediência humana iniciada com o pecado original.
Quando você se sentir vítima da opressão, seja como oprimido ou como opressor, lembre-se que pela sua entrega pacífica, Jesus venceu toda resistência humana, violência e opressão.
Quando você estiver diante da injustiça, lembre-se que pela sua submissão ao seu injusto julgamento, Jesus põe por terra a lei dos homens e toda autoridade humana.
Diante da mentira, lembre-se que Jesus, a Verdade, desmascara toda a mentira.
Quando você se sentir humilhado, lembre-se que por sua humilhação (julgamento, flagelação, coroação de espinhos, caminho até o Calvário e crucificação), Jesus venceu o a vaidade e o orgulho humanos e deu aos humilhados dignidade de filhos, daqueles que não se deixam derrotar porque sabem de que Rocha foram talhados.
uando você se sentir tentado a murmurar, lembre-se que pelo seu silêncio, Jesus venceu a hipocrisia e a murmuração.
Se a sua vida está difícil, lembre-se que pelo seu esforço em cada momento de seu sofrimento para carregar a sua cruz até o fim, Jesus venceu o desânimo, a falta de esperança e a sensação de incapacidade de prosseguir.
Se você estiver se sentindo derrotado, lembre-se que ao levantar-se diante de cada queda, Jesus venceu a vergonha diante do fracasso.
Você se sente culpado, condenado, vítima de preconceito? Com o perdão dado por Ele na cruz, Jesus venceu toda culpa, condenação e preconceito. Além disso, na aspersão do seu sangue, nós somos libertos do mal e perdoados.
Você é vítima do ódio dirigido a você ou aquele que está dentro de você? Por seu amor, Jesus venceu todo o ódio.
Pela sua morte Jesus revogou a sentença pronunciada contra nós. Pelo seu sacrifício expiatório na cruz, Jesus venceu o pecado.
E por sua ressurreição, Jesus venceu a morte!
Você foi salvo pelo sangue do Cordeiro, derramado na cruz por cada um de nós. Você é filho amado do Pai, salvo por Jesus e curado pela ação do Espírito Santo. Você é vencedor com Jesus, nosso Rei, nosso Salvador!
Seja qual for o seu problema, Jesus e só Jesus é a salvação. Hoje, Jesus quer ser o seu refúgio, pela sua ação salvífica e libertadora, acolhendo-o e aliviando o seu coração, protegendo-o e fortalecendo-o, renovando sua fé e confiança pelo amor que Ele tem por você.
Cíntia Lugnani Amorim
Grupo de Oração Magnificat
Grupo de Oração Magnificat
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Em nenhum outro nome há salvação
Diego Tales
“Então Pedro, cheio do Espírito Santo, respondeu-lhes: ”Chefes do povo e anciãos, ouvi-me, se hoje somos interrogados a respeito do benefício feito a um enfermo, e em que nome foi ele curado, ficai sabendo: foi em nome de Jesus Cristo Nazareno que vós crucificastes, mas que Deus ressuscitou dos mortos. Por ele é que este homem se acha são, em pé, diante de vós. Esse Jesus, pedra que foi desprezada por vós, edificadores, tornou-se pedra angular. Em nenhum outro nome há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual devamos ser salvos” (At 4,8-12).
Quando o nosso coração reconhece que Jesus é o Senhor e o nosso viver diário comprova o que o nosso coração acredita, então podemos clamar o seu nome, e o próprio Jesus, com todo seu poder e autoridade, se manifesta entre nós. Se dissermos o nome de Jesus com fé e confiança nele, então os fundamentos do cárcere são abalados e as portas se abrem, os desertos florescem, o vento se acalma e o impossível se torna possível: Jesus, Jesus, Jesus! Ao clamar esse nome sentiremos a presença do Todo-Poderoso Senhor Jesus Cristo e toda salvação, toda libertação e cura de que precisamos, sob a ótica de Deus, virá para a nossa vida e todas as dificuldades que possamos estar enfrentando serão submetidas à sua autoridade. Salvação, cura, libertação acontecendo nas nossas vidas, relacionamentos sendo restaurados, arrependimento fluindo de dentro dos corações, esperança sendo edificada dentro de nós.
Quando estivermos em perigo, angustiados, podemos clamar: Jesus, Jesus, Jesus! O Santo, o Justo, o Todo-Poderoso, o Cordeiro de Deus, o Salvador, o Conselheiro Admirável, o Deus Forte, o Príncipe da Paz, virá com a sua salvação nessa situação específica pela qual estamos clamando seu nome.
“O nome do Senhor é uma torre: para lá corre o justo a fim de procurar segurança” (Pv 18, 10).
“O nome do Senhor é uma torre: para lá corre o justo a fim de procurar segurança” (Pv 18, 10).
A Jesus foi dado todo o poder nos céus, na terra e nos infernos. O mal é subjugado a Jesus. Quando clamamos o seu nome com fé nele, e o nosso coração está realmente convertido a Ele, Jesus vem como Senhor e toma a si os destinos das nossas vidas, como Senhor absoluto.
Além de clamar, podemos louvar e engrandecer o nome do Senhor com nossas palavras e com nossas ações. Louvar o nome do Senhor, exaltar o seu nome, faz-nos reconhecer que Ele é o soberano absoluto sobre todas as coisas e essa atitude de louvor e reconhecimento traz sua presença para junto de nós.
“Louvai, ó servos do Senhor, louvai o nome do Senhor. Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre. Desde o nascer ao por do sol seja louvado o nome do Senhor” (Sl 112,1-3).
“Louvai, ó servos do Senhor, louvai o nome do Senhor. Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre. Desde o nascer ao por do sol seja louvado o nome do Senhor” (Sl 112,1-3).
Fonte: RCC Brasil
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Você é um plano de Deus
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Diego Tales
“Foi-me dirigida nestes termos a palavra do Senhor: Antes que no seio materno fosses formado, eu já te conhecia; antes de teu nascimento, eu já te havia consagrado e te havia designado profeta das nações.” Jr 1, 4-5
Quando Deus nos criou, Ele nos deu também um plano de amor para a nossa vida. Cada um de nós é um plano de Deus. Se este plano que Deus tem para a sua vida não for realizado por você, ninguém mais vai realizá-lo, porque ele é seu, é único, é intransferível.
Deus nos chama para viver a nossa vida dentro de seu plano de amor. Às vezes, Ele nos pede coisas que vão além das nossas capacidades humanas. O plano de amor de Deus para alguns envolve viver com familiares difíceis ou enfrentar dificuldades na área da saúde, das finanças, dos relacionamentos, mas é através desse plano de amor que Deus vai nos levar à salvação, nossa e das pessoas que nos cercam. Na verdade, de todos nós Deus pede coisas que vão além de nossas forças: amar os inimigos, abençoar os que nos maldizem, perdoar quem nos ofende e muitas outras coisas difíceis de realizar.
Por que o Senhor nos pede coisas que humanamente não podemos realizar? Jesus disse aos apóstolos: “Se eu não for não virá sobre vós o Espírito Santo.”(cf Jo 16,7) Nossa capacidade para realizar coisas difíceis vem de Deus, vem do Espírito Santo, a Força do Alto que Deus nos envia.
Quando o Senhor pediu a Maria para ser a mãe do Messias, isso parecia impossível e ela disse: “Como isso será possível?” O Anjo respondeu: “Não temas. Isso se fará pelo poder do Espírito Santo.” (cf Lc 1, 35)
O segredo é ter comunhão contínua, constante com o Espírito Santo e tudo o que parece impossível se tornará possível.
O segredo é ter comunhão contínua, constante com o Espírito Santo e tudo o que parece impossível se tornará possível.
São Tomás Aquino nos ensina que para cada novo chamamento de Deus, uma porção nova do Espírito nos é dada. Quando o Espírito Santo gerou Jesus no ventre de Maria, Ele a cobriu com sua sombra e deu a ela uma nova unção para que pudesse cumprir com seu papel de mãe do Salvador. Essa unção veio a Maria porque ela rendeu-se à vontade de Deus: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra.” (Lc1, 38)
Quando de todo coração nós nos rendemos à vontade de Deus, vem a unção para que possamos cumprir com sua vontade. “Quanto a vós, a unção que dele recebestes permanece em vós. E não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, assim ela é verdadeira e não mentira.” I Jo 2, 27.
Com essa certeza de que o Espírito Santo nos capacita a cumprirmos o plano de Deus para a nossa vida, podemos ir com alegria viver o nosso chamado. Não estamos sozinhos, Deus mesmo nos assiste com a sua graça.
Secretária-geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
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Vivei sempre contentes
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Diego Tales
“Vivei sempre contentes. Orai sem cessar. Em todas as circunstâncias daí graças, porque esta é a vosso respeito a vontade de Deus, em Cristo Jesus.” I Tess 5, 16-18.
O Papa Paulo VI, na sua encíclica sobre a alegria cristã, disse que o nosso tempo multiplicou as ocasiões de prazeres, mas não é capaz de gerar alegria, pois a verdadeira alegria é serena.
É muito oportuno meditarmos sobre suas palavras. Temos buscado essa alegria cheia de ruído e de prazeres para os sentidos que o mundo nos oferece, ou temos buscado encontrar a verdadeira alegria que vem de um coração que confia em Deus e se alegra pela sua salvação e por isso recebe essa alegria profunda e serena que é fruto do Espírito Santo?
Em tudo o que nos acontece, nos momentos bons e nos momentos difíceis, devemos fazer uma digestão dos acontecimentos, filtrar tudo no amor a Deus e ao próximo, colher tudo o que a vida nos oferece, colher alegria, colher sofrimento, colher a dificuldade e transformar em amor, para daí sim, poder colher a alegria que vem de Deus.
A alegria nunca vem de fora, mas vem, de dentro. No meio da dor, do sofrimento devemos cavar a alegria que está dentro de nós, a alegria que é fruto do amor, fruto do Espírito, pois “A esperança não engana. Porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.” Rm 5,5
Em tudo o que nos acontece, portanto, devemos pedir: “Espírito Santo, me ajuda a amar nesta situação!” É amando e fazendo o bem, confiando em Deus e esperando nas suas promessas que a alegria vai brotando de dentro de nós.
A alegria como virtude é um esforço, um exercício que vem da presença de Deus em nós. Se eu abraço a minha dor para transformar em amor para os outros, para transformar em sorrisos para os outros, a minha dor vai sendo mitigada. Às vezes, o Senhor faz um processo formativo conosco, permitindo que soframos e passemos por dificuldades, mas não podemos esquecer: “Aliás, sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são os eleitos, segundo os seus desígnios.” Rm 8,28
O amor de Deus coloca tudo no seu lugar. Uma vez ouvi uma frase de Dom Alberto Taveira que nunca esqueci. Ele disse: “O Senhor une todos os acontecimentos da nossa vida para transformar em história de salvação.”
Cultivar a tristeza, a amargura é pecado, porque a pessoa fica egoísta, toda voltada para si mesma. São Francisco tinha a seguinte oração: “Senhor, tu que és alegria, eu te peço perdão por ter deixado habitar na tua casa a filha dileta do demônio que é a tristeza.”
A moção para nós, portanto, é cultivar a alegria, sairmos de nós mesmos, olhar para o Senhor e acolhermos com amor tudo o que nos acontece, pois nada acontece na nossa vida sem que Deus o permita, Ele é Senhor de tudo, se permite que coisas aconteçam na nossa vida é porque faz parte da nossa história de salvação.
Maria Beatriz Spier Vargas
Secretária-geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
Secretária-geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
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Não esqueça o colorido
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Diego Tales
“Tudo o que fizerdes, fazei-o de bom coração, como para o Senhor e não para os homens, certos de que recebereis, como recompensa, a herança das mãos do Senhor. Servi a Cristo, Senhor.” (Cl 3,23-24)
Quando eu tinha uns doze ou treze anos, a minha tarefa em casa era lavar a louça da janta. Porém, esse era um serviço que eu detestava fazer. Já acordava de manhã pensando que à noite teria que lavar a louça. Um dia, li numa revista um artigo com o título “Não Esqueça o Colorido.” Esse artigo dizia que se dermos o melhor de nós mesmos em todas as tarefas, por menos que gostemos delas, um dia acabaremos apreciando o que temos para fazer, pois veremos os bons resultados dos nossos melhores esforços. Dizia também que sempre acabamos por amar aquilo por que nos doamos. Portanto, dizia o autor do artigo, não pare só no desenho em preto e branco, faça também o colorido, faça além do que é esperado de você, dê o seu toque de dedicação, o seu toque de doação.
Resolvi, depois de ler o artigo, que daria o melhor de mim ao lavar a louça, eu a lavaria muito bem, daria meu toque pessoal. E assim fiz. O meu desafio foi uma cafeteira que por ser velha já estava com sujeira entranhada, provavelmente por ter sido lavada de má vontade, provavelmente por mim mesma. Eu quase gastava as minhas mãos esfregando aquela cafeteira, bem como o resto da louça, todas as noites. A cada lavada a cafeteira brilhava mais e a minha mãe começou a notar o meu “colorido”. Começou a me elogiar para as pessoas, dizendo o quanto eu era caprichosa e, é claro, isso me deixava muito feliz. Agora, quando eu acordava de manhã eu me alegrava com o fato de ter que lavar a louça de noite, passei a amar o que fazia.
Senti, em oração, que deveria contar para vocês sobre esse artigo e o seu efeito na minha vida. Penso que isso nos remete também ao que o Papa João Paulo II dizia quando falava da “mais alta medida da vida cristã”. Ele nos pedia para não nos contentarmos com nada menos do que o melhor em tudo o que fizéssemos. Ele dizia ainda: “Construí a cidade de Deus sobre a cidade dos homens”. Dar o melhor de nós, a mais alta medida, a Deus o melhor de nosso louvor, confiança e obediência, o melhor de nosso tempo na oração, o melhor de nossos talentos na missão; aos outros dar o melhor de nosso serviço, o melhor de nosso sorriso, o melhor de nosso perdão, o melhor de nossa paciência; a nós mesmos dar o melhor de nossa determinação de sempre fazer o melhor possível, de nunca esquecer o colorido.Tenho certeza que Deus não nos criou para que a nossa vida seja em preto e branco. Ele a quer colorida, cheia de sentido, feliz, realizada.
Assim como eu fiz com a cafeteira, podemos começar escolhendo uma área específica da nossa vida para tirar a sujeira entranhada, para fazer brilhar e, assim, fazer a nós e aos outros felizes.
Maria Beatriz Spier VargasSecretária-geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
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Eis que faço novas todas as coisas
quinta-feira, 2 de junho de 2011
JESUS C. 'FONTE DE ÁGUA VIVA'
“Todo aquele que está em Cristo é uma nova criatura. Passou o que era velho; eis que tudo se fez novo!” (2Cor 5, 17)
O discípulo de Jesus precisa ter uma visão muito clara do objetivo de sua existência: o desafio de mudar, de se conformar com a imagem de Jesus, o objetivo de ser como Jesus nos seus relacionamentos, no caráter, no serviço, na missão.
Começamos a nossa caminhada com Jesus cheios de alegria e entusiasmo, mas vamos nos decepcionando conosco mesmos, vamos recaindo em erros e fraquezas dos quais já tínhamos nos libertado, vamos perdendo esse ideal de mudança e fica em nós um grande cansaço, um grande desânimo. No entanto, tenho que lhes dizer: sempre que alguém partilha o seu desânimo comigo, o Senhor me faz lembrar desse cântico: “Eis que faço novas todas as coisas, que faço novas todas as coisas. É vida que brota da vida...” Sinto que é como se o próprio Senhor cantasse ao meu coração, para que eu possa dizer isso às pessoas que se confessam desanimadas.
Sim, a vida é Jesus, Ele é a nossa vida e pode nos dar vida nova, pode de uma maneira nova e atual nos ensinar a viver a vida no Espírito, pode restaurar-nos, curar-nos, pode e quer tocar profundamente, radicalmente nas nossas vidas hoje e nos tornar motivados, alegres, cheios de ânimo, cheios do Espírito Santo.
Você quer receber esta graça hoje mesmo? Então peça, feche os olhos se quiser e, dentro do seu coração, fale com Jesus, diga a Ele que você quer renovar a sua pertença a Ele, diga que você O convida mais uma vez a ser o Senhor de sua vida, entregue de novo a sua vida a Ele,diga a Ele que você O ama, vá louvando o Senhor, agradeça a Ele tudo o que Ele já fez por você, tudo o que já mudou na sua vida, peça a Ele para você ser renovado no amor, peça um novo Pentecostes com todos os seus milagres.
Faça isso e você verá um ânimo novo invadir seu coração. É vida que brota da vida. A vida é Jesus, vale a pena segui-Lo e mudar por causa dele.
Maria Beatriz Spier VargasSecretária-geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
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Diante do sofrimento, esperemos no Senhor
segunda-feira, 30 de maio de 2011
JESUS C. 'FONTE DE ÁGUA VIVA'
“Sobretudo, embraçai o escudo da fé, com que possais apagar todos os dardos inflamados do maligno.” Ef 6, 16
Novena do Louvor
Uma das artimanhas do maligno é nos fazer acreditar que as circunstâncias de nossa vida não podem mudar, ou seja, ele nos mantém presos ao fatalismo. Quando isso acontece, somos como os príncipes dos sacerdotes e os fariseus que disseram a Nicodemos quando esse defendia Jesus (cf Jo 7, 52): “Informa-te bem e verás que da Galiléia não saiu profeta.”
Isso foi verdade até que Deus decidisse o contrário. Assim acontece com a nossa vida, com a nossa família. Talvez, na nossa família, nunca tenha saído um santo, ou uma pessoa muito bem sucedida, ou alguém que não fosse escravo da bebida, ou alguém que tenha tido um casamento feliz, mas isso é até Deus decidir o contrário. Ele é o Senhor e pode mudar o curso dos acontecimentos, pode fazer o inusitado, pode mudar totalmente a nossa história e a história da nossa família. Quando estivermos tentados a perder o ânimo ou a esperança, ataquemos essa tentação com o escudo da fé. Ao invés de nós clamarmos e queixarmos, louvemos a Deus e afirmemos o seu domínio, a sua majestade e a sua glória. Agradeçamos a Ele por intervir na nossa vida com o seu poder.
Façamos assim: por nove dias, como uma novena, dediquemos 15 minutos louvando a Deus. Pode ser com as nossas próprias palavras, com salmos, louvor em línguas, com todos os três ou qualquer outra forma que o Espírito possa nos inspirar. E esperemos para ver a ação prodigiosa de Deus em nossa vida.
Abrão esperou contra toda a esperança, ante a promessa de Deus não vacilou, não desconfiou, mas conservou-se forte na fé e deu glória a Deus. Assim, o que era considerado impossível tornou-se realidade na sua vida (cf Rm 4). Façamos nós o mesmo que Abraão e veremos milagres acontecerem nas nossas vidas também.
Maria Beatriz Spier Vargas
Secretária geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
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Como saber se somos luz?
quinta-feira, 19 de maio de 2011
JESUS C. 'FONTE DE ÁGUA VIVA'
“Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor: comportai-vos como verdadeiras luzes. Ora, o fruto da luz é bondade, justiça e verdade. Procurai o que é agradável ao Senhor, e não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente. Porque as coisas que tais homens fazem ocultamente é vergonhoso até falar delas. Mas tudo isto, ao ser reprovado, torna-se manifesto pela luz." Ef 5, 8-13
Proceder dos filhos de Deus
Nós costumamos ler esta passagem para justificar a nossa atitude ao denunciar as coisas erradas que os outros fazem, porém esquecemos um detalhe muito importante: só quem é luz pode lançar luz sobre as circunstâncias e sobre os outros. Se a treva tem a pretensão de lançar luz, ela só lançará mais trevas, gerará confusão, discussões, julgamentos arbitrários e divisões.
Como saber se somos luz? Como saber se temos autoridade espiritual para denunciar o erro? Essa passagem de Efésios nos esclarece, ao dizer: o fruto da luz é bondade, justiça, verdade. Se estivermos agindo com bondade, realmente querendo a edificação dos outros e não estamos agindo por vingança, por despeito, para ver os outros se darem mal, então estamos na luz. Se estivermos agindo com base na verdade e não nos boatos, nas suposições, nos preconceitos, então estamos na luz. Se formos justos, dando aos outros o direito que eles têm à dignidade e ao respeito, então estamos na luz. Estamos na luz quando seguimos os ensinamentos daquele que á a Luz, a Verdade, a Vida, quando o amamos e colocamos sob seu Senhorio toda a nossa vida.
Devemos denunciar as obras das trevas, não nos calarmos, mas lembremos: a luz só se derramará sobre a situação denunciada se nós formos luzes. Para os seguidores de Jesus Cristo é assim, tudo deve ser feito com coerência de vida e testemunho, com profunda adesão ao evangelho e com temor de Deus.
ORAÇÃO: Senhor, envia teu Espírito para santificar as motivações do meu coração e as justificativas que eu dou para fazer as coisas. Que eu possa sempre ter como justificativa dos meus atos o desejo de fazer a tua vontade, segundo a tua Palavra e os teus ensinamentos. Que o Espírito Santo revelador venha em todos os momentos me revelar como a tua Palavra se coloca diante das situações e explica os acontecimentos. Amém.
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‘Por causa da Tua Palavra, lançaremos as redes’
segunda-feira, 16 de maio de 2011
JESUS C. 'FONTE DE ÁGUA VIVA'
Vamos acompanhar o texto sobre a pregação que Lucimar Mazieiro, coordenadora do Ministério de Formação da RCCBRASIL, fez no primeiro dia no ENF 2011. Lucimar falou sobre a temática do ano, do momento vivido pelo Movimento e, sobretudo, das moções que Deus tem inspirado à Renovação Carismática Católica do Brasil, nesse tempo de construção e reconstrução.
Palavra de Deus em evidência
Logo no início de sua fala, Lucimar fez um resgate daquilo que a RCC vem vivendo nos últimos anos, de acordo com O que o Senhor pede que o Movimento faça. “Em 2009, Ele nos fez proclamar o Senhorio de Jesus. No ano passado, nos deu a graça de mergulhar na Palavra, anunciar a Boa Notícia onde a gente estivesse”, disse.
A pregadora mostrou que este ano a Palavra segue em evidência, mas com um novo mandato: o de lançar as redes à evangelização.
Ao basear-se na Constituição Dogmática Lumen Gentium, Lucimar disse que a RCC, como parte da Igreja, recebeu o mandato de Jesus de anunciar a verdade e a salvação aos quatro cantos da Terra. “Mas a nós, Deus colocou um espaço privilegiado de missão. Um espaço onde, primeiramente, alguém nos anunciou a Palavra. O Grupo de Oração é esse espaço privilegiado”, explicou.
Lucimar destacou ainda que é no Grupo de Oração que, muitas vezes, ouvimos e acolhemos a Palavra pela primeira vez. A ação seguinte à escuta e à acolhida da Palavra de Deus é o seu anúncio: “Nós queremos que muitos outros que não conheceram essa Palavra, que não tiveram contato com Ela, possam, através das nossas ações, conhecê-La, receber o Verbo de Deus através da Palavra”, continuou.
Segundo a pregadora, esse mandato não é para amanhã ou depois: é para hoje. “Somos convidados a anunciar essa Palavra, impelidos pelo Espírito Santo. É a Igreja que nos envia”, complementa.
Essa é, de acordo com Lucimar, a palavra de ordem contida no texto que inspira o tema do ano, presente no Evangelho segundo São Lucas, capítulo 5.
A coordenadora do Ministério de Pregação passou então a esmiuçar o trecho, a partir do seu primeiro versículo, até o versículo que conta as consequências do seguimento da ordem de Jesus.
“Estando Jesus um dia à margem do lago de Genesaré, o povo se comprimia em redor dele para ouvir a palavra de Deus” (Lc 5,1). Lucimar chamou atenção de como os participantes do ENF estavam em atitude semelhante à daquelas pessoas – os participantes ocupavam todo o ginásio e também seus arredores.
Ela lembrou que podemos ser replicadores dessa mensagem, pois a partir do Batismo no Espírito Santo ficamos apaixonados pela Palavra, somos impulsionados a proclamá-La, fazendo com que mais pessoas se acheguem à Igreja. Assim, podemos lançar nossas redes, proclamando a Palavra no Grupo de Oração e onde esse Grupo possa chegar, através dos seus integrantes.
Lucimar partilhou, neste ponto da pregação, uma experiência que viveu recentemente. A caravana na qual viajava para o Congresso Estadual de São Paulo envolveu-se em um acidente de trânsito e ela quebrou a bacia, o que a obrigou a ficar hospitalizada por certo período.
Por causa dos pesados medicamentos e das fortes dores causadas pelas fraturas, ela não conseguia ler a Bíblia. No entanto, uma irmã do seu Grupo de Oração passou a ler os trechos da Escritura para ela. “Quando a Palavra começou a entrar pelos meus ouvidos, ela entrou no meu coração, como remédio. Toda a agitação do meu ser em função da dor se aquietava ao ouvir a Palavra de Deus”, testemunhou.
“Vendo duas barcas estacionadas à beira do lago, - pois os pescadores haviam descido delas para consertar as redes” (Lc 5,2). Ao ler esse versículo, a pregadora explicou que as barcas não estavam paradas em alto mar, mas sim na margem, na praia. Isto porque estavam buscando restaurar as redes, seus equipamentos de trabalho.
Neste momento, Lucimar lançou um questionamento aos presentes: “Onde está estacionado o seu Grupo de Oração, o seu ministério?”. Ela explicou que a barca foi o lugar escolhido por Jesus para fazer o anúncio do Reino. Naquele momento, a embarcação foi o local privilegiado do qual o Cristo pôde se usar para que a mensagem de Deus chegasse a mais pessoas.
Dessa maneira, assim deve ser o nosso Grupo de Oração: “É da barca do nosso Grupo de Oração que devemos anunciar”, disse a pregadora.
Por isso, é necessário que consertemos os nossos equipamentos de evangelização, busquemos formação, cuidemos da nossa vida de oração, das práticas espirituais. Precisamos cuidar das nossas redes para que elas possam ser lançadas e voltar cheias.
“Jesus subiu a uma das barcas que era de Simão e pediu-lhe que a afastasse um pouco da terra; e sentado, ensinava da barca o povo” (Lc 5,3). Lucimar chamou atenção para a posição na qual o Cristo ensinava: sentado. Ela lembrou que uma boa conversa se dá nesta posição. É uma posição de acolhida, de escuta. Muitas vezes, o irmão que entra no Grupo de Oração precisa de um desabafo. Muitas vezes nem uma confissão sacramental, mas sim uma conversa franca, na qual possa se fazer ouvido. Isso também faz parte da evangelização, conforme explicou Lucimar.
Proclamar a Palavra, seja qual for a condição
“Quando acabou de falar, disse a Simão: Faze-te ao largo, e lançai as vossas redes para pescar. Simão respondeu-lhe: Mestre, trabalhamos a noite inteira e nada apanhamos; mas por causa de tua palavra, lançarei a rede. Feito isto, apanharam peixes em tanta quantidade, que a rede se lhes rompia” (Lc 5,4-6).
Quando estava começando a contextualização deste trecho, um imprevisto que poderia interromper a pregação ocorreu em Lorena/SP: uma queda de energia deixou o campus do UNISAL sem luz. No entanto, Lucimar não se abateu e não deixou de pregar: “Não adianta ficar parado com a rede vazia. Se eu parasse de falar porque acabou o som, a Palavra não iria chegar. Se é assim, sem som, que Ele quer, assim tem que ser feito!”, exclamou Lucimar.
Ela continuou: “Não adianta nada todo esse equipamento, se não tiver quem anuncie. O maior instrumento de evangelização é a vida”.
Mesmo sem microfone, a voz de Lucimar chegava a todos os cantos do Ginásio Poliesportivo. A cada exortação sua, o povo explodia em aplausos e brados de Glória e Amém!
Finalmente chega ao versículo-tema de 2011, Lucimar deu razão ao questionamento de Pedro: “A reclamação dele tem lógica! Como um carpinteiro falaria de pesca com um pescador?”. No entanto, em seguida ela já respondeu ao questionamento. “Se olharmos a Palavra com nossa visão, a questionaremos. Se olharmos como Palavra de Deus, a gente a obedece, confia”.
Confiando na Voz de Deus e a obedecendo, Ele vai deixar a nossa rede cheia de peixes. “Estamos em tempo de missão”, afirmou Lucimar. O mundo, prosseguiu ela, sente Deus como algo supérfluo, acessório, por isso nossa prioridade é reabrir o acesso das pessoas a Deus, como diz a exortação papal.
“Nós, que ouvimos essa palavra, somos chamados a levá-La àqueles que não têm esperança. Não é hora de ficarmos abatidos olhando para as nossas redes e chorar pelos rombos que encontramos nelas. Este tempo é de olhar para a nossa vida e ver que a mão poderosa do Senhor vai nos ensinar a consertar as redes”, disse Lucimar.
Continuou ela: “Confiar na Palavra de Deus é ver a promessa se realizando no nosso meio. Não pare na rede furada, não pare no cansaço da noite, nem nas tuas dores”.
A pregação foi encerrada com uma oração pela renovação do ‘sim’ de cada um à missão confiada por Deus. Lucimar convidou os presentes a deixar o Senhor curar as brechas deixadas nas redes das suas vidas e Grupos de Oração: “Senhor, pode afastar o meu barquinho da beira da praia, pode tirar o meu Grupo do estacionamento dos carismas, pode consertar as áreas da minha vida, porque eu quero usar essas redes para a missão” rezou ela.
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Celebro a Alegria do Senhor na Minha Vida (Segunda Parte)
JESUS C. 'FONTE DE ÁGUA VIVA'
“Erguei a minha cruz sobre os vossos sonhos, a minha cruz que representou a derrota dos sonhos daqueles que pensaram que Eu iria restaurar imediatamente o reino de Israel, que ao me verem morrer na cruz viram morrer também o seu sonho de libertação das mãos do opressor. Estes não entenderam que Eu os libertei sim do verdadeiro opressor. Quando erguerdes a minha cruz sobre os vossos sonhos, o meu sangue lavará e restaurará corações desapontados e descrentes por terem visto tantos de seus sonhos ruírem. Eu lavarei as feridas da mágoa e desapontamento e tristeza profunda no meu sangue redentor. Eu resgatarei a verdade e cortarei e cancelarei toda a ilusão e mentira a respeito da felicidade. Eu realizarei cura profunda em vosso interior para que volteis a crer e a sonhar. Eu lavarei no meu sangue a vossa visão para que possais ver os bens futuros que lhes preparei. Lavarei também no meu sangue todos os envolvidos, todas as pessoas e circunstâncias das quais dependeis para realizardes vossos sonhos. Eu vos libertarei das amarras da descrença, do fracasso, das palavras de maldição, do fatalismo e vos deixarei livres para sonhar, sem traumas, sem medos, sem nada que vos prenda.”
Começo a moção profética dessa semana retomando a profecia da cruz, pois, o Senhor tem pedido para nós debruçarmos sobre esta profecia e orarmos com ela a fim de recebermos as bênçãos que Ele tem preparado para nós.
Muitas vezes não conseguimos nos apossar das bênçãos que temos e sequer contá-las aos outros porque a nossa visão sobre a verdadeira felicidade está obscurecida. Nos sentimos tão amargurados e entristecidos por não termos visto nossos sonhos se concretizarem que perdemos a capacidade de crer, e sem fé não alcançamos as promessas de Deus. O Senhor, nessa profecia, nos fala que quer nos curar de tudo isso e nos convida a sonhar com a nossa visão lavada e restaurada no seu sangue. Ele nos convida a “ver” os bens futuros que Ele tem preparado para nós.
Um bem futuro que o Senhor já preparou para nós é a nossa casa, a Sede Nacional da Renovação, mas muitos de nós ainda não acolhemos essa bênção. E isso pode servir de sinal de que não conseguimos acreditar e nos apossar do que é nosso também na nossa vida pessoal.
Deus tem nos falado, repetidas vezes, que a construção da nossa sede é um símbolo das coisas grandes que Ele pode e quer realizar nas nossas vidas. No dia 30 de janeiro de 2010, dia em que celebramos a primeira missa no nosso terreno em Canas/SP, durante o Encontro Nacional de Formação, o Senhor nos deu uma passagem bíblica e uma moção:
“Nações de longe virão a ti, com presentes, adorar o Senhor em teus muros, e considerarão o teu solo como um santuário, porque em teu recinto invocarão o grande nome. Maldito seja quem te desprezar; desonrado, quem te caluniar; bendito seja quem te reconstruir! Alegrar-te-ás nos teus filhos, porque serão todos abençoados, e se reunirão junto do Senhor. Ditosos todos os que te amam: na tua paz encontrarão a alegria.” Tobias 13, 14-18
A moção que o Senhor nos deu é de que quem ajudar a construir a sede, quem ajudar a Renovação, terá a sua casa reconstruída. Ore com a profecia da cruz para que o Senhor lave sua visão no seu sangue redentor, para que você possa ter uma visão espiritual da sua casa depois que tiver sido restaurada. Sonhe com isso, lute por isso!
Outra moção que recebemos junto com a passagem do livro de Tobias é de que devemos convocar as pessoas a ajudarem também porque todos têm o direito de participar, de receber a bênção.
A casa já é nossa, o Senhor já a deu para nós, porém nem todos agem como se estivessem construindo sua casa, muitos ficaram à parte, nem ajudam, nem se alegram e nem publicam a bênção. Por outro lado, os que estão envolvidos têm o coração alegre e a fé fortalecida e aguardam, com muita expectativa, as bênçãos para suas vidas. Outros, já começaram a ver essas bênçãos e agora falam, publicam e celebram a alegria do Senhor nas suas vidas.
Que você não fique de fora, venha se apossar do que já é seu, da sua casa, da sua bênção! Venha construí-la junto conosco, venha sonhar os sonhos de Deus para a vida da Renovação Carismática Católica e para sua própria vida!
Maria Beatriz Spier Vargas
Secretária geral do Conselho Nacional da RCCBRASIL
Grupo de Oração Magnificat
Caxias do Sul/RS
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